
A ferramenta de decisão clínica que a maioria dos cursos de graduação não ensina. Em 2 minutos você sabe se o dente é salvável.
— quase o dobro da meta do Ministério da Saúde. Uma parcela significativa dessas extrações acontece não por necessidade clínica real, mas por ausência de critério objetivo para decidir. O problema não é falta de habilidade técnica. É falta de critério claro para decidir. Este guia entrega esse critério.
Tenho um caso que eu acompanho há 6 anos. Pré-molar com destruição coronária extensa. Sem cúspide funcional. Endo prévio. O protocolo convencional dizia para utilizar pino, mas o dente veio exatamente de uma fratura depois da utilização de um pino posto há 2 anos. Realizei toda a restauração sem pino e com resina composta. Você aprendeu na faculdade que dente muito destruído precisa de pino. Que sem coroa, ele fratura. Que, a partir de certo ponto, a extração é inevitável.
Restaurações diretas sem pino, sem coroa com sobrevivência documentada por 18 anos (Maklennan A, et al,2025). Sabe o que o acompanhamento clínico de quase duas décadas mostra? Que isso é achismo. Esse estudo, os meus casos e casos que meus alunos me enviem não são exceções. São protocolos. Mas ninguém te ensinou os critérios objetivos para decidir quando aplicar. Este guia resolve exatamente isso: 3 perguntas para saber se o dente é salvável. Em 2 minutos. Na cadeira.
Que, segundo a experiência clínica do Dr. Martins, resolve 99% dos casos salváveis — e que você pode fazer na primeira avaliação, sem nenhum equipamento especial
Que nenhum professor te ensinou — e por que ele é o divisor real entre um dente que dura 20 anos e um que fratura na primeira mastigada
Onde o dente está realmente perdido — tudo fora disso é salvável.
— como cada procedimento convencional destrói mais estrutura do dente, e o ponto exato onde você pode interromper esse ciclo
para imprimir e colar na parede do consultório: 3 perguntas, cada resposta leva para o próximo passo.
— e o que você pode avaliar de forma diferente já na próxima segunda-feira

Criador da Formação em Odontologia Biomimética;
Dr. Leandro dedicou sua carreira a uma missão específica: salvar dentes que o paradigma protético convencional condena — com critério, protocolo e evidência científica. Já formou milhares de dentistas em todo o Brasil na abordagem que substitui pino e coroa por adesão e longevidade real.
Vai aparecer um molar destruído na sua cadeira. Você vai olhar para ele e vai precisar decidir: salvo ou extraio? Essa decisão vai acontecer de uma das duas formas:
"parece que não tem jeito", como a maioria dos dentistas faz sem saber que existe uma alternativa objetiva.
3 perguntas, 2 minutos, resposta clara. Este guia leva 5 minutos para ler. A segunda-feira vai chegar de qualquer jeito.